Ejercicios:
La forma más usual del tratamiento son los ejercicios de Frenkel o una combinación de estos ejercicios con movimientos activos libres. Todos los ejercicios deben realizarce en forma lenta y rítmica. En los casos en que no están afectados los brazos, mientras que las piernas son atáxicas, pueden realizarse los movimientos para los brazos y los ejercicios de Frenkel para las piernas. Deben incluirse en el tratamiento ejercicios del tronco y de respiración. No se requieren ejercicios potentes, ya que no existe pérdida de la potencia muscular. Si la hipotonía muscular es acentuada, debe usarse algún tipo de sujeción para proteger las articulaciones de los miembros inferiores durante la carga del paciente, especialmente en las rodillas, en las cuales la hiperextensión puede ser muy acentuada.

Ejercicios de Frenkel.
Consisten en una serie de ejercicios cuidadosamente planeados que pretende hacer emplear al paciente lo que se conserva de su sentido muscular con el objetivo de evitar su disminución progresiva e incluso conseguir una mejoría. Frenkel consideraba que, a pesar de estar afectada la vía sensitiva, el paciente tabético puede aprender a realizar completo de lo que persiste en su sentido muscular por medio de la repetición constante.




Introdução

A ATM (articulação temporomandibular) é formada pelo osso temporal do crânio com a mandíbula, constituída pelo disco articular, tecido retrodiscal (zona bilaminar), membrana sinovial, cartilagem articular, cápsula articular e superfície articular, que é formada pelo côndilo da mandíbula e a fossa mandibular do osso temporal.


O termo bioética apareceu pela primeira vez no início dos anos setenta, aplicado por Van Rensselaer Potter (Bioethics: the science of survival e Bioethics: bridge to the future, Prenctice Hall, Englewood Clifs -NY). Na verdade estas obras não tinham muita relação com o que hoje chamamos de bioética. Para ele a finalidade da bioética é auxiliar a humanidade no sentido de participação racional, porém cautelosa no processo da evolução biológica e cultural. Bioética é a combinação de conhecimentos biológicos e valores humanos. (VIEIRA, 2007).



Um dos maiores objetivos da profissão de fisioterapeuta é eliminar a dor. Essa incansável entrega e abnegação profissional pela nobre causa de curar pessoas muitas vezes cobra um preço muito alto. Os fisioterapeutas estão entre os profissionais da área da Saúde que mais apresentam distúrbios posturais e dores. Que ironia? “Faça o que eu mando, não faça o que eu faço” parece ser a filosofia do fisioterapeuta moderno.

 A fratura começa a consolidar-se tão logo o osso se quebra. Na ausência de condições patológicas locais e considerando o organismo sadio em boas condições para o processo, a consolidação se processa em uma série de etapas de atividade histológica, bioquímica e biomecânicas de reparação que já são conhecidas há 50 anos, mas que constantemente surgem algumas novidades.

As reparações dos ossos longos são diferentes dos ossos esponjosos. Mas de um modo geral admite-se, que o osso longo fraturado tem cinco etapas no seu processo de reparação, que ocorrem em paralelo, mas que podem ser divididos de forma didática em:

1) Estágio de hematoma;
2) Estágio de proliferação celular;
3) Estágio do calo ou osso primário;
4) Estágio de consolidação;
5) Estágio de remodelação.

O processo de consolidação é variável, é mais rápido em crianças mais novas (levando até +/- 2 semanas), e mais demoradas em crianças de mais idade (em torno de 4 a 6 semanas). No adulto jovem e no idoso o processo não sofre uma influência tão nítida da idade demorando em média 4 a 6 meses para consolidar uma fratura do fêmur ou da tíbia.

“A educação do homem começa no momento do seu nascimento; antes de falar, antes de entender, já se instrui.” Jean Jacques Rousseau


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A fisioterapia é de grande importância no período pré e pós-operatório, a fim de atingir condições clínicas que permitam manuseio das repercussões respiratórias e motoras das internações freqüentes e sequelas. 



Disfagia
Disfagia ou dificuldade para deglutir é a sensação de retenção dos alimentos em seu trajeto da boca até o estômago. A disfagia só aparece durante ou poucos segundos depois de iniciada a deglutição (DANTAS, 1990).

DONNER, (1986) (apud Tuchman, 1994), relata que a disfagia é um sintoma de uma doença que pode afetar qualquer parte do trato da deglutição desde a boca até o estômago.

CAMPBELL - TAYLOR (1996), refere-se a disfagia como todos os
danos de qualquer parte da unidade de deglutição. Deve-se considerar todo o mecanismo da deglutição dos lábios ao duodeno, como uma única unidade funcional durante a avaliação da disfagia.

Segundo DOUGLAS (1994), a dificuldade está interposta à passagem do bolo alimentar ou saliva e diretamente relacionada ao peristaltismo. As causas mais comuns da disfagia são os problemas neurológicos como AVC, TCE, Parkinson, mal de Alzheimer, miastenia grave, distrofia muscular, ELA, PC, entre outros. Encontramos também a disfagia associada ao processo de envelhecimento, ao câncer de cabeça e pescoço, tumores cerebrais e distúrbios gastroenterológicos.

SILVA & VIEIRA, 1998, Classificam as desordens presentes na disfagia orofaríngea neurogênica em adultos, em:



FISIOTERAPIA NO FUTEBOL
A fisioterapia é a ciência que trabalha para prevenir e remediar distúrbios do movimento. A prática esportiva depende essencialmente do movimento. Só essas duas informações já são suficientes para mostrar a importância que essa área tem para qualquer modalidade de alto rendimento. E o futebol, é claro, não foge a essa regra.

Por ser uma modalidade de exigências múltiplas acerca do corpo, o futebol exige dos profissionais da fisioterapia um conhecimento amplo sobre o funcionamento das articulações e sobre outras ciências que fornecem suporte teórico para o desenvolvimento de técnicas fisioterapêuticas, sobretudo quanto à prevenção de lesões.


Atuação do fisioterapeuta no paciente com câncer
O paciente, nessa fase da doença, comumente é frágil e as suas funções vão declinando até não mais se recuperarem. O estado de fragilidade o leva à incapacidade para realizar as atividades importantes da vida e as tarefas habituais do dia-a-dia, o que prejudica a sua qualidade de vida. 

A avaliação do paciente, realizada pelo fisioterapeuta, é abrangente e observa sinais e sintomas como: dor, linfedema, dispnéia, fadiga, alterações neurológicas etc.. Atenta para que fatores importantes não passem despercebidos e para as limitações funcionais que influem na tomada de decisão. Ele ouve as queixas e as necessidades do paciente, discute o caso clínico com a equipe multidisciplinar e desenvolve o plano terapêutico, esclarecendo as ações a serem desenvolvidas à família. 



HISTÓRIA
  • Invenção da Era Espacial originária da Rússia
  • A veste (suit) original era chamada de Pinguim
  • Seu design original tinha como intuito contrapor os efeitos negativos vividos pelos astronautas (atrofia muscular, osteoporose), durante suas longas viagens pelo espaço, devido à falta de ação da gravidade.
  • Nos anos 90 a veste era usada em crianças com disfunções neuromusculares
  • No ano de 1997 a veste foi apresentada às crianças norte americanas
  • Em 2002 o Thera Suit foi desenvolvido e registrado com o “FDA”

Hemiplegia:
   AVEà os centros superiores (inibidores) ficam bloqueados, deixando livre a atuação da atividade reflexa.
   O tratamento do hemiparético é controvertido, devido ao grande números de técnicas elaboradas e defendidas.
   Deve-se sempre utilizar o movimento normal como base sobre a qual se possa escolher técnicas apropriadas de facilitação e inibição que permitem que o paciente hemiparético retorne a uma vida com a qualidade de função mais alta possível.

Sinergias Básicas

o   Trabalham em conjunto como uma unidade funcional;
o   São de natureza primitiva e automática;
o   São controladas pela medula espinal;
o   Apresentam-se em sinergias flexora e extensora.


ESTRUTURA
SINERGIA FLEXORA
SINERGIA EXTENSORA
CINTURA ESCAPULAR
Elevação retração
Depressão e protração
OMBRO
Abdução e RE
Adução e RI
COTOVELO
Flexão
Extensão
ANTEBRAÇO
Supinação
Pronação
QUADRIL
Flexão, abdução e RE
Extensão, adução e RI
JOELHO
Flexão
Extensão
TORNOZELO
Dorsiflexão e inversão
Flexão plantar e inversão


     Nervos que tem origem a partir do encéfalo. Estão distribuídos em algarismo romano sendo que esta numeração acompanha o local de emergência no sentido crânio-caudal. 
Divisão:

Par
Nervo
Origem
Tipo
I
Olfativo
Diencéfalo
Sensitivo
II
Óptico
Telencéfalo
Sensitivo
III
Óculo-motor
Tronco encefálico
Motor
IV
Troclear
Tronco encefálico
Motor
V
Trigêmeo
Tronco encefálico
Misto
VI
Abducente
Tronco encefálico
Motor
VII
Facial
Tronco encefálico
Misto
VIII
Vestíbulo coclear
Tronco encefálico
Sensitivo
IX
Glossofaríngeo
Tronco encefálico
Misto
X
Vago
Tronco encefálico
Misto
XI
Acessório
Tronco encefálico
Motor
XII
Hipoglosso
Tronco encefálico
Motor

Nervo olfativo
Origem: bulbo olfatório no diencéfalo.
Forma de abandono pela caixa craniana: pela lamina crivosa do osso etmóide.
Função: inervar a mucosa da fossa nasal responsável por conduzir o olfato.

Nervo óptico
Origem: quiasma óptico (cruzamento com nervo esquerdo com o direito).
Forma de abandono pela caixa craniana: pelo canal óptico.
Função: inervar a retina sendo responsável pela condução da visão.



Exame Cardíaco

O exame cardíaco envolve a inspeção, palpação e ausculta. A inspeção e palpação do precórdio ajudam identificar o ritmo das pulsações e a área de pulsação máxima criada pela contração ventricular esquerda. Os sons cardíacos, em indivíduos normais, são criados pelo fechamento das válvulas cardíacas. Durante a contração dos ventrículos as válvulas mitrais e tricúspides (átrioventriculares - AV) se fecham produzindo o primeiro som cardíaco.




ü  Existem 4 regiões auscultatórias  importantes do tórax: 
  •    Foco ou Área Mitral: no 5º espaço intercostal E na linha hemiclavicular
  •    Foco ou Área pulmonar: no 2º espaço intercostal E / justaesternal
  •    Foco ou Área aórtica: no 2º espaço intercostal D / justaesternal (muitas vezes o melhor local é entre o 3º e 4º espaço intercostal E /justaesternal →Foco Aórtico Acessório
  •    Foco ou Área Tricúspide: base do apêndice xifóide, ligeiramente a E.


1. INTRODUÇÂO

1.1 VENTILAÇÃO MECÂNICA NÃO INVASIVA

1.1.1 Definição

A Ventilação Mecânica Não Invasiva (VMNI) surge como alternativa de suporte ventilatório adequado sem o trauma físico e psicológico associado á intubação endotraqueal, usada com sucesso no tratamento da insuficiência respiratória aguda (BROCHARD et al., 1995; ANTON et al., 2000).
É um método de assistência ventilatória no qual uma pressão positiva é aplicada à via aérea do paciente por meio de interfaces (máscaras) (HOLANDA et al., 2001).

Introdução        
Área da fisioterapia que atua na prevenção, tratamento, recuperação e reabilitação das disfunções físicas e funcionais que acometem o sistema respiratório.

        Sistema respiratório:
 SNC ® SNP ® Músculos Respiratórios ® Esqueleto Axial (caixa torácica) ® Órgão e Víscera pulmonar

Obs: Várias disfunções levam a alterações respiratórias.
          A alteração postural (alteração da conformação tóraco-abdominal) leva a alterações respiratórias e vice-versa.

ü    Indicações: 
§     Doenças que comprometem o sistema respiratório primariamente:

9     Pneumopatias obstrutivas:
Enfisema; bronquite crônica; asma; pneumopatias secretivas; fibrose cística; bronquectasia.
   Obs: O ar entra, mas não sai (obstrui a ventilação).

9     Pneumopatias restritivas:
Doenças musculares; pós-operatório de cirurgias torácicas, cardíacas e do andar superior do abdome; atelectasias; pneumotórax; dor torácica; SARA; pneumonias; neoplasias pulmonares; fibroses pulmonares; algumas doenças reumáticas como as colagenoses (LES – leva a fibrose pulmonar); doenças ocupacionais intersticiais (sarcoídose); síndrome da imobilidade.
   Obs: O ar entra com muita dificuldade (restringe a ventilação).

§  Doenças que comprometem o sistema respiratório secundariamente:
ü    Recursos Fisioterapêuticos: 
§     Controle Postural:
9   Possibilita ventilar diferentes áreas do pulmão;
9   Possibilita a inibição ou facilitação da expansão tóraco-pulmonar;
9   Posicionar corretamente extremidades superiores e inferiores inibindo ou facilitando padrões de reflexos posturais.
§     Trocas de decúbito favorecendo a prevenção das úlceras de decúbito
§     Drenagem postural para favorecer a depuração muco-ciliar brônquica

Obs: Considerar possíveis iatrogenias hemodin6amicas, neurológicas (­ PIC – pressão intracraniana), da perda dos acessos venosos (periféricos e profundos), sondas (vesical e naso-gástrica), cateteres (Swan-Ganz), drenos (tóraco-pleural, mediastino ou abdominal) e do tubo endotraqueal (orotraqueal ou nasotraqueal).

       
Cateter Swan-Ganz (monitorização hemodinâmica invasiva): Cateter de dupla luz que entra através da subclávia e vai até o coração. Um cateter fica no átrio direito e o outro vai até a artéria pulmonar. Ele monitoriza o volume, fluxo, pressão e resistência do sistema hemodinâmico (cardio-circulatório).

§     Reeducação respiratória
§     Técnicas de reespansão pulmonar
§     Técnicas de higiene e desobstrução brônquica
§     Treinamento muscular respiratório
§     Técnicas de suporte ventilatório (invasivo e não invasivo)
§     Reabilitação pulmonar

"O rio atinge seus objetivos porque aprendeu a contornar obstáculos" - Lao Tsé


Contribuição do Colega Aurifran
Gostaria de contribuir mais uma vez com o acervo do blog TERAPIA DO MOVIMENTO. Segue em anexo um Manual para Avaliação de Atividade Física elaborado pelo Departamento de saúde e serviços humanos dos EUA - Centros para o controle e a prevenção de doenças.



A FCT poder ser determinada através o método segundo Karvonen e cols:  FCT:  % (FC. Max -  FC repouso) +  fc repouso. 

Ficando assim:  
FCT= 60% (200 -  60)  +  60 , FCT =  144  
(para a zona inferior de treinamento). 


Ou: FC treino = (FC max. - FC rep.) x % recom. da FCres + FC rep. (Karvonen, 1957)

Para o cálculo da zona superior do treinamento, calcula-se assim o limite ideal do comportamento da FC.
Onde:
FCT = freqüência cardíaca de treinamento
% =  zona inferior e superior de treinamento
FC máx. = fc máxima do indivíduo ( citada posteriormente ).
FC repouso = fc basal

Terminologia

Os termos usados para descrever esses pacientes indicam o nível geral da lesão da medula espinhal e da perda da função. 

Paraplegia
Paraplegia refere-se à deficiência ou perda de função motora e/ou sensorial nos segmentos torácico, lombar ou sacral da medula espinhal. A função dos membros superiores é preservada, mas o tronco, os membros inferiores e os órgãos pélvicos podem estar comprometidos. 

Tetraplegia
O termo tetraplegia é preferido à quadriplegia. Os pacientes tetraplégicos têm deficiência ou perda de função motora e/ou sensorial nos segmentos cervicais da medula espinhal. Os membros superiores são afetados, assim o tronco, os membros inferiores e os órgãos pélvicos. O termo não inclui lesão no plexo braquial ou nos nervos periféricos. Quadriparesia e paraparesia são termos que foram usados para descrever lesões incompletas, mas uso atualmente não é muito usado.



 Síndrome do Neurônio Motor Superior
Decorre de lesão cortical ou das vias centrais relacionadas com a motricidade: trato córtico-espinhal e trato retículo-espinhal inibidor (ou bulbar) sendo seu reconhecimento feito a partir de sinais e sintomas bem definidos. Uma lesão piramidal costuma acometer grupamentos musculares mais extensos, pois um feixe nervoso central influência vários grupos de neurônios periféricos. Dessa forma, uma lesão central costuma levar a fraqueza proporcionalmente mais difusa do que uma lesão periférica.


Na fase aguda de uma lesão piramidal temos uma fraqueza tanto proximal quanto distal, que com o tempo vai recuperando na região axial e proximal dos membros, porém sem grande melhora nos segmentos mais distais, pelo fato de haver maior representação cortical dos segmentos distais e por haver outros tratos que também são responsáveis pela inervação proximal, como o trato retículo-espinhal e vestíbulo-espinhal, além de essa ser bilateral.




  
Definição 
O Método Cuevas Medek Exercises (CME) é uma abordagem fisioterapêutica utilizada para crianças que possuem alteração no desenvolvimento motor causado por síndrome não degenerativa que afeta o Sistema Nervoso Central.  Esta terapia pode ser aplicada a crianças a partir de 3 meses de vida até que elas atinjam o controle da marcha independente. Como os terapeutas que utilizam o Método CME precisam expor à criança a influência da força da gravidade, através do progressivo suporte distal, o uso desta terapia pode ser limitado pela altura e peso da criança.  O Método CME foi criado e desenvolvido por Ramón Cuevas, fisioterapeuta chileno, durante a década de 70, em Caracas, Venezuela. 


Introdução

A Estimulação Magnética Transcraniana (EMT) trata-se de uma técnica não-invasiva e indolor em seres humanos conscientes. Essa técnica é baseada em um campo magnético variável. Uma bobina pequena que recebe uma corrente elétrica alternada extremamente potente é colocada sobre o crânio humano na região do córtex. A mudança constante da orientação da corrente elétrica dentro da bobina é capaz de gerar um campo magnético que atravessa alguns materiais isolantes, como a pele e os ossos, gerando a corrente elétrica dentro do crânio, onde é capaz de ser focalizada e restrita a pequenas áreas, dependendo da geometria e forma da bobina.

Quando essa corrente atinge o córtex motor, ela pode produzir uma resposta muscular no membro contralateral. Quando a EMT é aplicada sobre outras regiões do córtex cerebral, os resultados irão depender das funções envolvidas com a área escolhida; logo, efeitos cognitivos e emocionais são possíveis.