Um dos maiores objetivos da profissão de fisioterapeuta é eliminar a dor. Essa incansável entrega e abnegação profissional pela nobre causa de curar pessoas muitas vezes cobra um preço muito alto. Os fisioterapeutas estão entre os profissionais da área da Saúde que mais apresentam distúrbios posturais e dores. Que ironia? “Faça o que eu mando, não faça o que eu faço” parece ser a filosofia do fisioterapeuta moderno.

 A fratura começa a consolidar-se tão logo o osso se quebra. Na ausência de condições patológicas locais e considerando o organismo sadio em boas condições para o processo, a consolidação se processa em uma série de etapas de atividade histológica, bioquímica e biomecânicas de reparação que já são conhecidas há 50 anos, mas que constantemente surgem algumas novidades.

As reparações dos ossos longos são diferentes dos ossos esponjosos. Mas de um modo geral admite-se, que o osso longo fraturado tem cinco etapas no seu processo de reparação, que ocorrem em paralelo, mas que podem ser divididos de forma didática em:

1) Estágio de hematoma;
2) Estágio de proliferação celular;
3) Estágio do calo ou osso primário;
4) Estágio de consolidação;
5) Estágio de remodelação.

O processo de consolidação é variável, é mais rápido em crianças mais novas (levando até +/- 2 semanas), e mais demoradas em crianças de mais idade (em torno de 4 a 6 semanas). No adulto jovem e no idoso o processo não sofre uma influência tão nítida da idade demorando em média 4 a 6 meses para consolidar uma fratura do fêmur ou da tíbia.

“A educação do homem começa no momento do seu nascimento; antes de falar, antes de entender, já se instrui.” Jean Jacques Rousseau


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A fisioterapia é de grande importância no período pré e pós-operatório, a fim de atingir condições clínicas que permitam manuseio das repercussões respiratórias e motoras das internações freqüentes e sequelas.