FISIOTERAPIA NO FUTEBOL
A fisioterapia é a ciência que trabalha para prevenir e remediar distúrbios do movimento. A prática esportiva depende essencialmente do movimento. Só essas duas informações já são suficientes para mostrar a importância que essa área tem para qualquer modalidade de alto rendimento. E o futebol, é claro, não foge a essa regra.

Por ser uma modalidade de exigências múltiplas acerca do corpo, o futebol exige dos profissionais da fisioterapia um conhecimento amplo sobre o funcionamento das articulações e sobre outras ciências que fornecem suporte teórico para o desenvolvimento de técnicas fisioterapêuticas, sobretudo quanto à prevenção de lesões.


Atuação do fisioterapeuta no paciente com câncer
O paciente, nessa fase da doença, comumente é frágil e as suas funções vão declinando até não mais se recuperarem. O estado de fragilidade o leva à incapacidade para realizar as atividades importantes da vida e as tarefas habituais do dia-a-dia, o que prejudica a sua qualidade de vida. 

A avaliação do paciente, realizada pelo fisioterapeuta, é abrangente e observa sinais e sintomas como: dor, linfedema, dispnéia, fadiga, alterações neurológicas etc.. Atenta para que fatores importantes não passem despercebidos e para as limitações funcionais que influem na tomada de decisão. Ele ouve as queixas e as necessidades do paciente, discute o caso clínico com a equipe multidisciplinar e desenvolve o plano terapêutico, esclarecendo as ações a serem desenvolvidas à família. 



HISTÓRIA
  • Invenção da Era Espacial originária da Rússia
  • A veste (suit) original era chamada de Pinguim
  • Seu design original tinha como intuito contrapor os efeitos negativos vividos pelos astronautas (atrofia muscular, osteoporose), durante suas longas viagens pelo espaço, devido à falta de ação da gravidade.
  • Nos anos 90 a veste era usada em crianças com disfunções neuromusculares
  • No ano de 1997 a veste foi apresentada às crianças norte americanas
  • Em 2002 o Thera Suit foi desenvolvido e registrado com o “FDA”

Hemiplegia:
   AVEà os centros superiores (inibidores) ficam bloqueados, deixando livre a atuação da atividade reflexa.
   O tratamento do hemiparético é controvertido, devido ao grande números de técnicas elaboradas e defendidas.
   Deve-se sempre utilizar o movimento normal como base sobre a qual se possa escolher técnicas apropriadas de facilitação e inibição que permitem que o paciente hemiparético retorne a uma vida com a qualidade de função mais alta possível.

Sinergias Básicas

o   Trabalham em conjunto como uma unidade funcional;
o   São de natureza primitiva e automática;
o   São controladas pela medula espinal;
o   Apresentam-se em sinergias flexora e extensora.


ESTRUTURA
SINERGIA FLEXORA
SINERGIA EXTENSORA
CINTURA ESCAPULAR
Elevação retração
Depressão e protração
OMBRO
Abdução e RE
Adução e RI
COTOVELO
Flexão
Extensão
ANTEBRAÇO
Supinação
Pronação
QUADRIL
Flexão, abdução e RE
Extensão, adução e RI
JOELHO
Flexão
Extensão
TORNOZELO
Dorsiflexão e inversão
Flexão plantar e inversão